Aprendendo com Humor

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sábado, 5 de dezembro de 2009

VIGÉSSIMO QUINTO ENCONTRO - SEGUNDA AVALIAÇÃO

O último encontro aconteceu no dia 01 de dezembro de 2009. A atividade deste dia foi dedicada a conclusão das apresentações dos projetos e à avaliação do programa. No encontro anterior, duas cursistas já haviam apresentado seus projetos. Neste, foram realizadas as apresentações dos seguintes projetos: Conversa sobre sexualidade e gravidez na adolescência, O adolescente e o gênero poético, Consciência ecológica. Após, houve um momento para o grupo trocar idéias e dar sugestões, as colegas, sobre os objetivos e a sistematização das atividades prevista no plano de trabalho.
Na sequência, realizamos uma boa reflexão sobre nossa convivência durante esse período, cada cursista fez um relato pessoal sobre a importância de nos relacionarmos para trocas e debates sobre nosso trabalho.
Por ser esse o último encontro, nos dirigimos a um local que serve café colonial e fizemos um gostoso lanche, a confraternização deu-se num clima muito saudável e divertido.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

VIGÉSSIMO QUARTO ENCONTRO - OFICINA DE AVALIAÇÃO

No dia 24 de novembro, no polo Silveira de Souza, o encontro do Gestar II foi reservado para avaliação do programa e apresentação dos projetos elaborados pelas cursistas. Antes, porém, a formadora estimulou-as a relembrarem alguns dos conteúdos estudados nos fascículos dos TPs e solicitou que refletissem em algumas das atividades que consideraram significativas para os alunos.
Na sequência, as cursistas registraram os aspectos positivos e negativos do curso. Após, socializaram suas percepções e trocaram sugestões sobre o programa. Manifestaram o desejo de dar continuidade aos estudos dos conteúdos dos TPs no próximo ano. Relataram que o pouco tempo para estudo e execução das atividades foi o maior inimigo que tiveram durante o processo. Consideraram que precisaríam de maior tempo para estudo e planejamento das atividades propostas nos cadernos.
Depois disso, as cursistas Lisiane e Irani fizeram a apresentação do projeto que elaboraram para ser executado em sala de aula.

Olires M. do E. Santo
Florianópolis - SC

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

VIGÉSSIMO TERCEIRO ENCONTRO - OFICINA 4 - TP2

No encontro do dia 17 de novembro de 2009 realizou-se a última oficina do programa Gestar II, oficina 4 - unidade 8, TP2. Antes, porém, foi oferecido um momento para as cursistas relatarem sua experiência com a atividade do Avançando na Prática.

Após os relatos do Avançando na Prática, as cursistas apresentaram o resumo do estudo das Unidades 7 e 8 à formadora.
Em seguida, abriu-se um debate em torno da questão: o que é ou não é arte. Também, como fazer para estimular os alunos a lerem poemas clássicos com um olhar crítico de (re)interpretação de mundo. Na sequência, um dos grupos apresentou as principais características da arte: a fantasia, a interpretação da realidade, a conotação e a paixão pela forma. Enfatizou a importância que a autora deu para trabalhar com os alunos a arte: formas e função;linguagem figurada.Concluiu a apresentação, mostrando que a arte é um convite do autor para o leitor desvendar o mundo.

A seguir, apresenta-se as orientações e critérios, elaborados pela professora Lisiane, repassados aos alunos, para avaliação da leitura interpretativa de poemas clássicos, de autores brasileiros, utilizando imagens de power-point.

Power-Point: 5,0

1-As imagens utilizadas “traduzem” o conteúdo do poema? Há relação do verbal com o visual? (1,5)
2-Há autoria das imagens? O site pesquisado é citado ao final da apresentação? (0,25)
3-As imagens são de autoria do grupo ou pertencem ao banco de dados da net? (0,5) 4-A reprodução do poema é feito na íntegra? Há referência ao autor? (0,5)
5-A fonte (tamanho da letra) está adequada para o ambiente em que será apresentado o poema? Quem está no fundo da sala consegue ler? (0,25)
6-Há biografia e contexto histórico ou movimento literário a que pertence o poema?(1,0)
7-Ao final do trabalho há a identificação da equipe de trabalho, discriminando as tarefas que cada um desenvolveu? Cita o nome do colégio, ano e série? (1,0)
Equipe: Poeta:....................................................... Poema:........................................................
Critérios para avaliação do trabalho da apresentação oral dos poemas ilustrados no PP no dia:.....................................
Parte oral: 5,0
1-O declamador usou gestos, entonação e soube marcar bem os versos, dando sentido ao poema? (1,0)
2-O cenário foi preparado, mesmo que com improvisação? (1,0)
3-Houve uma conversa posterior com o grupo para que pudessem compreender o poema? Um ti-ti-ti que seja? (2,0)
4-A postura de quem utilizou a palavra para dirigir-se à platéia estava adequada? Tom e volume da voz? Seleção vocabular ou registro adequado? (0,5)
5-No início ou no final o grupo foi apresentado aos demais (pelo coordenador)? (0,5)

A seguir, um dos trabalhos dos alunos de oitava série, da professora Lisiane:




Na sequência, a formadora orientou a elaboração da oficina 4: TP2 - Unidade 8. Dividiu o grupo e solicitou que cada grupo interpretasse a charge (desenho humorístico) de Quino e discutisse suas posições. Fizeram a interpretação e apresentaram aos colegas. Na sequência, cada grupo produziu um dos textos solicitados na oficina, bilhete e cartão, e, após, leu sua produção e refletiu na adequação da linguagem empregada em seu texto.

OLIRES MARCONDES DO E. SANTO
FLORIANÓPOLIS - SC.

VIGÉSSIMO SEGUNDO ENCONTRO

A reunião do dia 03 de novembro de 2009, iniciou, após a formadora ter apresentado uma mensagem de boas vindas, com a leitura do texto teórico: Ampliando nossas referências, do TP2, pg.37. Após, discutiu-se sobre algumas questões ligadas ao ensino da gramática. O grupo conclui que o ensino da língua deve estar direcionado para desenvolver a competência linguística do aluno e que quanto mais ele for exposto a diferentes textos, mais ele estará ampliando sua gramática interna.

Na sequência, a formadora orientou a execução da oficina 3, TP2, unidade 6.

A seguir, proposta de atividade de interpretação, produção, e análise linguística, com o texto QUATRO, da página 151, TP1, planejada para oitava séire, desenvolvida pelas cursistas:

EXPLORAÇÃO ORAL DO POEMA QUATRO

1. Ao ler o texto, qual foi a sua primeira impressão?

2. A que gênero textual você classifica esse texto? Assinale a alternativa que você julga correta e depois explique o motivo de sua escolha.

a) carta
b) notícia
c) depoimento
d) poema
e) cartaz

3. Qual é o autor do poema e em que ano ele foi escrito?

4. Qual a diferença desse poema em relação aos poemas que você conhece? Nele há rima?

5. Qual a diferença da escrita entre palavras da primeira e da segunda coluna?

6. Por que você acha que o poeta usou esse recurso lingüístico para transmitir a sua mensagem?

7. Que mensagem nos é passada no texto Quatro?

ANÁLISE LINGUÍSTICA


1. As palavras do poema lidas isoladamente formam uma frase? Justifique sua resposta.
O poema e constituído de 13 palavras. Desta palavras quais não nomeiam seres ou seu sentimentos, isto é, são substantivos

2. Transforme a frase "os quatro elementos" em uma oração.

PRODUÇÃO TEXTUAL:

Escreva uma história em que apareçam pelo menos quatro palavras do poema. Se quiser use todas as palavras em sua história. Você pode ser narrador-personagem ou observador. Não se esqueça de enriquecer seu texto com falas das personagens.

CURSISTAS: Gabriela e Raquel

VIGÉSSIMO PRIMEIRO ENCONTRO - OFICINA 2 - TP1

O encontro do dia 27 de outubro de 2009 foi muito produtivo. Nos primeiros momentos a formadora apresentou uma mensagem de incentivo e motivação (power-point) que gerou oportunidade para alguns desabafos. Na sequência, as demais cursistas relataram a experiência com a atividade do Avançando na Prática e comentaram os acertos e erros. Depois, as cursistas solicitaram à formadora que disponibilizasse um momento para revisar os projetos. A formadora disponibilizou-se para ler cada projeto e fazer algumas interferências, individualmente. Durante o processo, as demais cursistas ficaram estudando as unidades 3 e 4, do TP1: O Texto como centro das experiências no ensino da língua e A intertextualidade.

Após, foi realizado o intervalo para o lanche e no retorno a formadora orientou a execução da oficina 2 - TP1 - unidade 4.

PROPOSTA DE ATIVIDADE DE LEITURA COM O TEXTO LÍNGUA


Objetivo: identificar os traços da intertextualidade:


1-Solicitar aos alunos que, em dupla, leiam apenas um fragmento do texto. Na sequência, eles serão desafiados a escreverem qual foi a explicação dada pelo personagem “servo” ao personagem "senhor" em relação a sua atitude.

2-Solicitar que socializem o que escreveram sobre a explicação que imgaginaram que foi dada pelo servo;

3-O professor entrega a versão original para que todos possam conhecê-la e solicita que alguém leia em voz alta.

4-O professor pede que cada estudante explicite a moral contida na fábula.

5-O professor entrega o texto bíblico de Tiago 3, versos 1 a 18, e propõe a leitura.

6-Após, solicita que tracem um parelelo do que é igual, do que é diferente em ambos os textos.

7-Avaliar a atividade oralmente para que os estudantes possam falar sobre suas impressões em relação a intertextualidade.

8- Apresentar outros textos com exemplos de intertextualidade.

ATIVIDADE ELABORADA PELAS CURSISTAS: LISIANE, ELIANE

FORMADORA: OLIRES M. DO E. SANTO
FLORIANÓPOLIS - SC

VIGÉSSIMO ENCONTRO - OFICINA 1 - TP1

No encontro do dia 27 de outubro de 2009 foi revisado o estudo do TP1, Unidade 1 - Variantes linguísticas: dialetos e registros e Unidade 2, Variantes linguísticas:desfazendo equívocos. A revisão do estudo das unidades ficou na responsabilidade das professoras cursistas que haviam sido informadas, pela formadora, sobre o assunto, unidade e seção, que deveríam apresentar as demais colegas. Foi muito produtivo este dia, pois todas havíam preparado o material, (Power point, resumo xerocado) que ficou muito rico e cheio de sugestões de atividades para a prática em sala de aula.

Após, a formadora apresentou um breve resumo do texto Ampliando nosas referências, Travaglia, L. C., página 44, TP1, e direcionou a conversa para os relatos do Avançando na prática, quando cada cursista pode refletir sobre os graus de formalismo da língua e relacioná-la com sua prática.

Na sequência, as cursistas realizaram a atividade proposta na Oficina 1, TP1, Unidade 2. A seguir, estudo da crônica realizado pelas cursistas:

OFICINA 1 - TP1 - EXPLORAÇÃO DA CRÕNICA: A OUTRA SENHORA - CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

A- Quanto à expectativa da linguagem, foi quebrada por haver mistura de dialetos (coloquial)-gírias, na fala da menina e (informal) técnica, na descrição da escolha dos presentes.
Tratando-se de uma crônica, há a crítica ao comodismo, à aceitação de uma vida sem perspectivas da mãe e de todas as mulheres que se abstêm de seus sonhos para dedicar-se exclusivamente aos afazeres domésticos, negando-se e tornando-se escravas da vida doméstica.

B- Quanto ao registro, ela relaciona os presentes de conformidade com os seus desejos de adolescente, que visa o prazer. Ela, nesse momento não está pensando na mãe. É uma visão egoísta. Ao passar pela cozinha, quer saciar a fome, porém quem a serve? A mãe. O seu visual, também é proporcionado pela mãe. As roupas limpas, branquinhas ao extremo, coisa que a máquina não faz. Uma peça de tricô, que poderá ser feita durante o momento de “descanso” da mãe. A máquina mãe funciona muito bem, não se desgasta e nem se cansa. É melhor que as outras máquinas. E por não valorizar-se, qualquer coisa serve como presente.

C- a) A carta mostra traços da fala da professora (escrever uma carta para a mãe, comemorando a data tão sublime – O dia das mães), a linguagem técnica dos anunciantes (os produtos pesquisados).
b) A intenção foi criar uma polêmica sobre a escrita exigida pela escola. Escrever sobre o tema “tal”, “tantas” linhas, não esquecendo a demonstração de afeto no final da carta.

D- O efeito criado no leitor a princípio é a vontade que uma criança tem de presentear a mãe. Porém, implicitamente, percebem-se críticas ao consumismo, à mulher conformada com a vida romântica do lar e a valorização da mulher moderna. Pois, os níveis de linguagem são opostos.
Uma linguagem de anúncio induzindo o leitor às compras e uma linguagem coloquial, revelando o que a filha pensa de sua mãe.

E- Ela não tem domínio das regras de pontuação, pois os períodos são longos. E Quanto ao material para a escolha do presente, foi literalmente copiado para completar o número de linhas exigido pela professora.

F- Ela não domina o vocabulário técnico. Percebe-se no texto que durante as escolhas dos presentes, lia as informações em revistas. Alguns termos utilizados por ela, eu desconheço, por exemplo: puxador de alumínio anodizado, TV legal e cinescópio multirreacionário, chapeado de aço tecnicamente subdesenvolvido? Superdesenvolvido?

G - E vocês dominam esse vocabulário? Nas propagandas, que intenção tem essa linguagem?

Resposta - Nós procuramos entender o vocabulário técnico, mas não dominamos. Sempre que precisamos, buscamos a ajuda dos jovens ou de adultos que possuem um maior domínio desse vocabulário.
Nas propagandas veiculadas, principalmente pela televisão, há um jogo de imagens e sons que fazem com que os telespectadores fiquem mais atentos. Assim também nos outdoors que, muitas vezes as como recurso a intertextualidade

H _ Na sua opinião, que intenção teria o autor ao fazer essa crônica?

Resposta – A intenção do cronista é mostrar ao leitor que vivemos em uma sociedade consumista, na qual a propaganda dos bens de consumo atua fortemente no sujeito, estimulando o desejo de comprar.
Também revela uma questão de gênero: o papel servil e voltado às atividades domésticas, muitas vezes pouco prazerosas, da mulher.

I - Independentemente de sua opinião, parecem claras duas críticas do autor. Quais são elas?

Resposta – Critica o comportamento humano voltado para valoração de bens materiais em detrimento dos valores humanos. Também revela o papel da mulher que não percebe seu total envolvimento nas atividades do lar (mãe), diferente da filha que, mesmo tendo regalias, percebe as insatisfações de sua mãe, assim como ironiza as situações vivida por sua genitora.

J Além do Humor e das críticas, bem ao jeito de Drummond, há uma valorização bastante interessante aí? Qual é

Resposta – As críticas que aparecem são dirigidas às mulheres que se acomodam somente como donas de casa e não busco atividades que lhes proporcionem bem estar e deleite, como, por exemplo, cursos, exercícios, leituras, boas músicas etc., e, consequentemente, queixam-se da vida.

L – A final, vocês observaram no texto uma mistura de gêneros (a crônica que é uma carta) de dialetos e de registros. A que conclusões vocês chegam com relação:

a) cada realização momentânea da língua?

Resposta – O contrate entre os dialetos é proposital para revelar o que foi registrado de forma espontânea pela filha q e o que foi copiado, provavelmente, de encartes e textos de propaganda, assim como o que foi orientado pela professora.

b) construção do texto literário?

Resposta: O texto literário, gênero crônica, apresenta as características típicas dessa modalidade de texto, como, por exemplo, o tema referente a um assunto do dia-a-dia com uma linguagem irônica e permeada de humor.

M – Qual sua opinião sobre essa crônica?

Resposta – Essa crônica é inteligente e bem construída, possui humor e critica situações reais vividas no cotidiano. Certamente muita gente se vê refletida nas personagens, ou da mãe ou da filha.

ATIVIDADE ELABORADA PELAS CURSISTAS:
Gabriela, Raquel, Irani e Karla

A formadora encerrou a reunião e apresentou o estudo das Unidades seguintes, do TP1, para o próximo encontro.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

DÉCIMO NONO ENCONTRO

O encontro do dia 20 de outubro de 2009, iniciou com a leitura de um texto de Shakespeare, mensagem apresentada pela formadora. Na sequência, realizou-se os relatos das cursistas sobre a experiência com a aplicação das atividades do Avançando na Prática, com os alunos. Após, foi recapitulado o estudo das unidades 1 e 2, do TP1. Nesse momento, a professora cursista, Lisiane, apresentou um breve resumo sobre as Variantes linguísticas: desfazendo equívocos, conforme segue:

Modalidades da língua

A oralidade e a escrita são duas modalidades (ou realizações) da língua. Ambas devem ser trabalhadas na escola por serem igualmente importantes e apresentarem possibilidades de uso, tanto no registro formal quanto no registro informal.

Modalidade oral = língua natural
Modalidade escrita = língua artificial
Línguas ágrafas = línguas sem escrita

Principais traços da linguagem oral:

 Presença de interlocutores;
 Locutor/interlocutor = reação do interlocutor
 Não é campo exclusivo do registro informal;
 Dificuldade no registro, duram apenas o tempo da enunciação

Principais características da linguagem escrita: (escritor/leitor)

 Há tempo para ler, reler, reescrever seu texto

Equívocos com relação à oralidade por parte da escola:

 Descuido com as atividades orais em sobreposição à escrita;
 Abandono das atividades com a escuta;

O que fazer para desenvolver a oralidade/escuta:

 Proporcionar aos alunos oportunidades de falarem utilizando-se de contextos variados.;
 A boa escuta envolve a capacidade de compreender, avaliar e responder adequadamente ao que ouvimos;

Resumindo:
“Nas atividades de linguagem, é fundamental oferecer aos alunos exemplos diversos de bons textos, orais e escritos, produzidos com objetivos e em situações diferentes, literários e não literários, em registros e modalidades distintos, de modo a não estabelecer relações indevidas entre escrita, norma culta e registro formal e literatura,ou fala e informalidade. Para isso, os próprios textos produzidos pelos alunos podem ser ótimo material de discussão.” TP1, p. 87.

Cursista: Lisiane Vandresen

ESTRATÉGIAS DE LEITURA


Depoimento e algumas dicas de atividades de leitura desenvolvidas, costumeiramente, pela cursista Eliane Brunning:

RODA DE LEITURA: atividade estratégica de leitura realizada em sala de aula envolvendo toda a turma cuja leitura pode ser sobre um mesmo assunto, um livro, um jornal, uma revista, um romance..., ou pode ser diversificada. Pode ser indicação do professor ou de livre escolha dos alunos. Pode ser uma atividade de rotina ou surpresa. Esta atividade constitui-se de excelente estratégia pedagógica para dinamizar e desenvolver a habilidade de leitura dos alunos, e pode ser realizada tanto em grupo quanto individualmente.

Tenho feito esta atividade uma vez por semana com os alunos de 5ª a 8ª séries.
Levo os alunos para a sala de leitura e disponibilizo vários livros, deixo-os à vontade para escolherem os livros que querem ler.

Alguns escolhem o lugar que desejam ficar lendo, muitos preferem sentar-se no chão com tapete e almofadas e alguns escolhem ficar numa mesa pequena, pois se sentem mais à vontade.

Vou observando cada aluno e participo, na maioria das vezes, da leitura de um livro juntamente com eles. Percebo que eles gostam quando participo da atividade de ler também.

SACOLA LITERÁRIA: atividade que pode ser desenvolvida uma ou duas vezes por semana na própria sala de aula. O professor leva para a sala de aula uma sacola com livros previamente selecionados e, no momento planejado colocará à disposição dos alunos para iniciar a leitura, que poderá ser em grupo ou individual, tudo bem à vontade e descontraído.

Esta atividade pode ser aplicada com os livros indicado no TP6:As Eternas Coincidências; Odisséia; Olhar de descoberta; Pipocas e Nossas palavras.


SOLETRANDO
Esta atividade consiste em cada aluno escolher uma palavra diferente, encontrada no livro, e depois socializar com os colegas, soletrando-a. Percebo que isso ajuda o aluno a sanar vícios como a supressão de letras durante a leitura. Pode ser realizada uma vez por semana em sala de aula.

LEITURA VISUAL OU DE IMAGEM: serve para incentivar os alunos a fazerem leitura e interpretação a partir de figuras ou gravuras diversas e sobre fatos e acontecimentos variados do cotidiano. Deve ser feita com freqüência na sala de aula.

PROFESSORA CURSISTA: ELIANE BRUNNING
FORMADORA: OLIRES M. DO E. SANTO
FLORIANÓPOLIS - SC



ESTRATÉGIA DE LEITURA
LIVRO: TUDO POR UM IDOLO


Conversar com os alunos da 6ª ou 7ª séries sobre os cantores ou bandas
preferidas por eleS.

Solicitar que levem alguns DVDs, de sua preferência, para assistirem na escola junto com a(o) professora(o) e a turma.

Fazer uma reflexão sobre a diversidade de gêneros e ritmos musicais que existem.

Assistir ao documentário dos Beatles com os alunos, comentar sobre o sucesso que fizeram e que se tornaram uma das bandas de Rock mais famosas do mundo.

Solicitar a(o) professora(o) de inglês para trabalhar a tradução, com os alunos, de uma das letras dos Beatles, analisar o vocabulário e o conteúdo temático da letra.

Ler um capítulo do Livro “TUDO POR UM ÍDOLO” para os alunos, após disponibilizar o livro para os alunos realizarem a leitura.

No final da leitura, os alunos serão orientados a escolherem, em grupo, uma das temáticas abordadas na obra ( anorexia, reservas indígenas, obesidade, seqüestro, etc.) para fazerem uma pesquisa mais aprofundada sobre o assunto, que será apresentado à turma, em data e horário pré estabelecido pela(o) professora(o).

PROFESSORA CURSISTA: GABRIELA DUTRA
FORMADORA: OLIRES MARCONDES DO ESPIRITO SANTO
FLORIANÓPOLIS - SC

DÉCIMO OITAVO ENCONTRO TP6 - Unidade 24

No encontro do dia vinte de outubro de 2009 foi disponibilizado um tempo para orientação individual do projeto. Antes, a formadora orientou a montagem do portifólio do professor cursista. A seguir, foram realizados os relatos das cursistas da experiência com as atividades propostas no Avançando na Prática.
Na sequência, Foi retomado o estudo da Unidade 24, TP6,Literatura para adolescentes, que não foi concluído no encontro anterior. O estudo deste TP contemplou três reuniões, foi o que demandou mais dias e maior tempo do grupo. Vale lembrar, que a importância dos conteúdos nele abordado - Argumentação e linguagem, Produção textual: planejamento e escrita, O processo de produção textual: revisão e edição e Literatura para adolescentes - implicam em um espaço maior para estudo, reflexão e discussão. Enfim, na última unidade, Literatura para adolescentes, foi feita uma abordagem sobre a função da literatura e sua importância no cotidiano escolar. O grupo concluiu que o espaço resevado à leitura na sala de aula no planejamento semanal é de fundamental importância. Ficou claro para cada cursista que não se pode realizar leituras com ações soltas e sem validade para o aluno.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

segundo encontro

INTERESSANTE ARTIGO SOBRE A FUNÇÃO DA ESCIRTA. VALE A PENA CONFERIR:


Para ir além do tripé narração-dissertação-descrição
Professoras de São Paulo aprimoram a produção escrita de seus alunos, mostrando a eles que um texto deve ser elaborado levando em conta que será lido ou ouvido
Maria Cláudia Baima (novaescola@atleitor.com.br)



Bandido tem direito a lazer? Bumba-meu-boi é só uma brincadeira de rua? Estas foram algumas questões que surgiram quando as professoras Maria Imaculada Pereira e Cleuma Nunes Argolo aplicaram em suas turmas de 4ª série as oficinas de criação de texto elaboradas pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), para o Programa Escrevendo o Futuro, da Fundação Itaú Social. O material orienta o ensino da produção de textos, orais ou escritos, sob a perspectiva de gênero. Isso significa voltar-se para situações de comunicação cotidianas, nas quais prevalece a intenção de ser lido e ouvido, desde o bilhete na geladeira ou a conversa com o zelador do prédio até textos elaborados que circulam na sociedade como artigo de opinião, poesia ou memórias.

A primeira lição para quem quer seguir essa linha de ensino é abandonar o velho tripé narração-dissertação-descrição, uma tipologia de texto que, segundo especialistas do Cenpec, é artificial e insuficiente para contemplar a enorme diversidade de textos que a sociedade produz e consome hoje.
Escrita cidadã
Essa perspectiva no ensino da língua escrita não é nova. Desde os anos 80 está presente nos currículos de São Paulo. Contudo, talvez por falta de orientação e material, as aulas ainda giram em torno da redação, um verdadeiro bicho-de-sete-cabeças para muitas crianças. Nessa linha, diante de um tema pré-estabelecido, o aluno faz o que pode. O professor é o corretor (quase sempre só da ortografia) e o autor do trabalho guarda ou joga fora a redação. Dificilmente relê o texto, reescreve e devolve. Uma atividade hierárquica, descontínua, estéril em si mesma. Quem enche de palavras duas folhas de caderno é visto talentoso e o autor de cinco linhas vale pouco. De acordo com Sônia Madi, coordenadora pedagógica do Escrevendo o Futuro, "escrita não é um dom; é preciso dominar ferramentas para construir e estruturar um texto".

Foi com essas ferramentas que Maria Imaculada contornou a inflexibilidade da da sua turma de 4ª série, na Escola Estadual Canuto do Val, no bairro Barra Funda, em São Paulo. Sua intenção era trabalhar com os alunos a produção de artigos de opinião. Ciente de que unanimidade é o reverso da polêmica, pré-requisito de todo texto desse gênero, Imaculada saiu em busca de ajuda. Se todos achavam que Fernandinho Beira-Mar não merece lazer, questão debatida entre todos na sala de aula, como introduzir uma voz discordante? "Convidei um advogado e um ex-interno da Febem para conversar com eles. Houve muita pesquisa para elaborar as entrevistas e só depois de coletar argumentos e contra-argumentos passamos para a construção do texto", conta ela. Seguindo a orientação de que a produção do aluno saia das quatro paredes e a comunicação se complete com o receptor, o resultado foi divulgado no site da Secretaria de Educação e distribuído nos boletins informativos da escola.

Já a professora Cleuma, da Emef Amorim Lima, trabalhou o gênero reportagem turística com a sua 4ª série e percebeu surpresa que mesmo sendo professora da sala de leitura não conhecia bem esse gênero de texto. O primeiro passo, conta a professora, foi estudar de perto com os alunos o entorno do bairro, o Butantã, buscando o que seria o tema da produção dos alunos. Depois da pesquisa coletiva revelar o Bumba-Meu-Boi do Morro do Querosene como a maior manifestação cultural da área, a classe visitou o local e foi recebida pelo músico Tião Carvalho, do grupo Cupuaçu, uma liderança na comunidade que organiza o Boi há mais de vinte anos. Caminhando e conversando pelas ruas com as crianças, Tião mostrou a história de cada esquina, o recanto da fonte de água onde os bandeirantes acampavam e os moradores mais antigos. "Os pais de alguns alunos juntaram-se a nós e voltamos tão preenchidos que o trabalho desdobrou-se de uma maneira maravilhosa, com o texto final publicado no jornal do bairro e distribuído no Morro. O preconceito detectado no início do trabalho desapareceu por completo no adjetivo que eles escolheram para o título: A preciosa festa do Boi", conta Cleuma.

A seguir, você acompanha uma seqüência de atividades adaptadas do fascículo "Pontos de Vista", sobre o gênero artigo de opinião, elaborado pelo Cenpec para o Kit Criação de Textos, do Programa Escrevendo o Futuro:

Deixe claro que um artigo de opinião não é a divulgação de um fato, mas um texto que traz à tona uma questão polêmica, expõe a opinião do autor, que por isso se chama articulista. O artigo deve acolher diferentes vozes, exigindo do aluno o exercício do olhar crítico e da argumentação.

Seqüência
• Identificar polêmicas locais - é mais produtivo discutir, na produção desse gênero, o uso da quadra nos finais de semana do que o desmatamento na Amazônia, por exemplo.

• Definir a questão polêmica e escrever a produção inicial, que deve ser guardada para comparar com a escrita final.

• Buscar informações sobre o assunto que deu origem à polêmica.

• Ler artigos de opinião diversos.

• Reconhecer posições e argumentos contra e a favor.

• Recolher opiniões na comunidade e trabalhar com diferentes tipos de argumentos.

• Conhecer e usar expressões que articulam o artigo de opinião.

• Identificar vozes presentes no artigo de opinião.

domingo, 4 de outubro de 2009

DÉCIMO SÉTIMO ENCONTRO

LITERATURA PARA ADOLESCENTES
UNIDADE 24 – TP 6.

Iniciamos o encontro do dia 29 de setembro de 2009 com a leitura dos slides, Resumindo a Vida - Shakespeare. A seguir, a formadora fez uma breve revisão do conteúdo da unidade 23 - TP6 – O processo de produção textual: revisão e edição - que serviu para dar início aos relatos das professoras sobre suas experiências realizadas no Lição de Casa. Na sequência, para dar início ao estudo da unidade 24, TP6, a formadora dividiu a turma em grupos e solicitou que apresentassem um breve resumo de cada sessão dessa unidade. Os grupos se organizaram e preparam o conteúdo a ser exposto, houve muito empenho, interesse e dedicação da parte de todos. Este momento foi muito enriquecedor, todos se envolveram e demonstraram interesse à atividade.
Ao concluírem a atividade, o primeiro grupo, responsável pela sessão um, unidade 24, fez uma explanação oral do conteúdo estudado. Na sequência, o grupo dois socializou o material que resumiu e fez a apresentação oral dos principais tópicos. O terceiro grupo não realizou a apresentação por falta de tempo, disponibilizando-se a fazê-lo no próximo encontro.

DÉCIMO SEXTO ENCONTRO

PROFESSORA IRANI REESCREVENDO TEXTO COM OS ALUNOS




O PROCESSO DE PRODUÇÃO TEXTUAL: REVISÃO E EDIÇÃO
UNIDADE 23 – TP6


As atividades do dia 22 de setembro de 2009, do GESTAR II, iniciaram com os relatos das professoras sobre a forma como realizaram e aplicaram um dos Avançando na Prática, TP6.
Após, a formadora apresentou o vídeo Reescritura Coletiva – Revista Nova Escola. Distribuiu algumas propostas de avaliação de textos, retiradas da Proposta Curricular de Santa Catarina e dos PCNS.
Comentou sobre os principais níveis de coerência textual e indicou as propostas de metarregras do pesquisador francês Charrolles, que indicam algumas das condições que um texto deve apresentar para satisfazer e ser admitido como bem formado pelo leitor. São elas:
1- Metarregra de repetição;
2- Metarregra de progressão;
3- Metarregra de não-contradição (que se divide em: contradição enunciativa, contradição inferencial ou pressuposicional e contradição de mundos);
4- Metarregra de relação;
5- Metarregra de macroestrutura.

Depois, iniciou-se o estudo da Unidade 23: O processo de produção textual: revisão e edição, TP6. Antes, porém, de iniciar este momento as cursistas reclamaram do tempo que demandou realizar o estudo desta Unidade. Consideraram que o pouco tempo que têm não possibilita um estudo adequado e aprofundado do tema. No entanto, o objetivo foi alcançado, o grupo compreendeu que revisar um texto implica tomar decisões sobre a audiência, os gêneros de texto e as restrições e características relacionadas ao suporte e ao conteúdo. Perceberam, também, que o trabalho de revisão textual pode ser desenvolvido de forma coletiva e individual, desde que o aluno tenha claro a proposta do processo de produção e avaliação.

Encerrou-se o encontro do dia, apresentando as linhas gerais da próxima unidade a ser estudada, pela formadora.

FORMADORA: OLIRES M. DO E. SANTO
FLORIANOPOLIS -SC

DÉCIMO QUINTO ENCONTRO

ARGUMENTAÇÃO E LINGUAGEM
UNIDADE 21 – TP6

O encontro do dia 15 de setembro de 2009, como de costume, iniciou com uma mensagem de estímulo e ânimo, apresentada pela formadora, que apresentou a seguir a pauta do dia. Na sequência, organizou uma discussão sobre o estudo da unidade 21 – Argumentação e Linguagem, TP6, trata da construção da argumentação, da tese e seus argumentos e da qualidade da argumentação. Verificou as dúvidas e críticas dos professores em relação ao conteúdo e à aplicação das propostas do Avançando na Prática.
Após esse momento, uma das cursistas, professora Lisiane, fez uma breve exposição do estudo da unidade 22, TP6, que já havia preparado.
No momento seguinte, a formadora orientou que as cursistas lessem o trecho da crônica de Moacyr Scliar, da página 38, TP6, oficina 11. Solicitou que planejassem e escrevessem como foi resolvido o impasse apresentado no enredo.
A seguir, texto produzido pelas cursistas:

Crônica de Moacyr Scliar: Espírito Carnavalesco, publicado em O imaginário cotidiano. São Paulo: Global, 2002. p. 155-156.

(...)


O marido que acabara de acordar sem saber muito bem o que estava acontecendo, disse:

- Odeio carnaval, não sei como que pode a essa hora ainda estarem ensaiando. Se fosse uma festa aqui em casa com certeza a polícia já estaria presente acabando com a bagunça toda.
- Então, meu amor, liga pra polícia e diz que queremos dormir e não estamos conseguindo, pois com esse barulho ninguém consegue pegar no sono.
O marido, sentou-se na cama, calçou os chinelos e pegou o telefone. Ligou para a Central de Polícia e contou tudo o que estava acontecendo perto de sua residência. O policial, que a essa hora da madrugada já estava cochilando na delegacia, ouviu tudo com paciência e disse:
- Meu amigo, esquece isso porque é tempo de carnaval e ninguém vai ouvir um policial
que vai chegar lá e pedir para parar o ensaio da escola de samba. Volta pra cama e acalma a sua mulher.
- Você não entendeu, eu tenho direito, como cidadão, de dormir em paz, e ao contrário do senhor, eu odeio carnaval.
- Não diga isso, se alguém lhe ouvir vai discutir com o senhor e ai sim, terei motivos para trazê-lo pra cá. Carnaval é a coisa mais maravilhosa que já existiu. E o senhor está perdendo de participar de uma boa festa.
No outro lado da linha, ouve- se um silêncio, em seguida a batida do telefone no gancho. O marido volta para a cama e diz para a esposa:
- Tente dormir, querida, pois a cidade toda só pensa em Carnaval.
A esposa muito indignada disse:
- Meu marido, você sempre achando um jeitinho para me conformar.



Segunda parte da atividade - Oficina 11 - Unidade 22

PRODUÇÃO TEXTUAL

Escolha algum acontecimento atual que lhe chame a atenção. Você pode procurá-lo em meios como jornais, revistas e noticiários. Outra boa forma de encontrar um tema é andar, abrir a janela, conversar com as pessoas, ou seja, entrar em contato com a infinidade de coisas que acontecem ao seu redor. Tudo pode ser assunto para uma crônica.

É importante que o tema escolhido desperte o seu interesse, cause em você alguma sensação interessante: entusiasmo, horror, desânimo, indignação, felicidade... Isso pode ajudá-lo a escrever uma crônica com maior facilidade.

Muito bem. Agora que você já selecionou um acontecimento interessante, tente formular algumas opiniões sobre esse fato. Você pode fazer uma lista com essas idéias antes de começar a crônica propriamente dita.

Frases como as que seguem abaixo podem ser um bom começo para você fazer a sua lista:

"Quando penso nesse fato, a primeira idéia que me vem à mente..."
"Na minha opinião esse fato é..."
"Se eu estivesse nessa situação, eu..."
"Ao saber desse fato eu me senti..."
"Sobre esse fato, as pessoas estão dizendo que..."
"A solução para isso..."
"Esse fato está relacionado com a minha realidade, pois..."

Como você deve ter notado é muito importante que o seu ponto de vista, a sua forma de ver um fato é muito importante. Assim, o elemento caracterizador da crônica é a visão pessoal de um evento.

Agora que você já formou opinião sobre o acontecimento escolhido, é hora de escrever sua crônica. Seu ponto de partida pode ser o próprio fato, mas esse também pode ser mencionado ao longo do texto, como ocorre na crônica exemplificativa de Moacyr Scliar, Espírito Carnavalesco.

FORMADORA: OLIRES M.E. SANTO
FLORIANÓPOLIS - SC

DÉCIMO QUARTO ENCONTRO


UNIDADES 19 e 20 – TP 5

OFICINA 10 – TP 5

A reunião do dia 08 de setembro de 2009 iniciou com a apresentação do vídeo O Porta Retrato. A mensagem proporcionou reflexão sobre o papel do professor na formação do indivíduo. Na sequência, deu-se inicio ao estudo da unidade 19, TP5, cada cursista fez uma breve exposição oral do estudo teórico realizado em casa e entregou o resumo à formadora, referente à sessão que trata da coesão referencial, por justaposição, elos coesivos e progressão textual. O grupo aproveitou o momento para discutir e esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto. Após, todos tiveram a oportunidade de ouvir a música Passe em Casa, dos Tribalistas, providenciada pela formadora que aproveitou a letra para explorar os elementos coesivos do texto, junto com o grupo, visando reforçar e reiterar o conteúdo estudado.

A seguir, uma das cursistas, a professora Gabriela, apresentou o resumo do estudo da unidade 20, em PowerPoint , que trata das relações lógicas, ambigüidade e escopo da negação. Acrescentou muitos outros exemplos, além dos apresentados no TP5, que serviram para complementar o aprendizado do conteúdo estudado.

Na sequência, a formadora orientou a execução da oficina 10, disponibilizou, as cursistas, alguns objetos e várias figuras de texto publicitário, recortados de revistas, para usarem como modelo, para a elaboração de uma propaganda. Escolheram a idéia da carteira que se transforma em bolsa. Elaboraram o texto e produziram um filme para divulgar e vender a idéia do produto.

DÉCIMO TERCEIRO ENCONTRO


UNIDADES 17 e 18 – TP 5

OFICINA 09: TP5 – Unidade 18

No encontro do dia 01 de setembro de 2009, no primeiro momento, foi apresentada uma mensagem de incentivo e motivação. A formadora comentou sobre o desempenho das cursistas e elogiou os trabalhos dos alunos trazidos para o encontro. Na sequência, deu-se início aos relatos das cursistas de como aplicaram o Avançando na Prática, Unidades 17 e 18, TP5. A seguir, foi proposto que analisassem, no texto da página 255, oficina nove, como se constrói a coerência textual e os aspectos lingüísticos e sócio-comunicativos responsáveis pela continuidade de sentidos em um texto publicitário. Dando continuidade a realização da oficina, foram retomados os aspectos mais significativos da unidade 18, por considerar-se muito importantes para analisar uma grande variedade de textos que misturam linguagem visual e verbal. A seguir, registraram todos os aspectos observados no texto, tendo como orientação o roteiro abaixo:

a) Discutir e detalhar como a coerência textual é construída a partir da articulação entre informações do texto e experiências prévias que os leitores têm a respeito do assunto;

b) Relacionar os sentidos construídos pela linguagem verbal e pela não verbal;

c) Procurar, sempre que possível, associar suas análises aos conceitos e classificações desenvolvidos no decorrer das atividades propostas;

d) Observar os efeitos de sentido do texto como um todo e, depois, analisar cada parte e como elas se articulam na unidade textual;

e) Registrar o resumo das observações para chegar ao maior aprofundamento de análise possível do texto.

O resultado da análise textual, realizada pelo grupo, foi profundo, todos se envolveram e discutiram os aspectos textuais apresentados na propaganda, e refletiram nas diversas maneiras de cada individuo ver e estabelecer relações lógicas de sentido. O exercício proporcionou ao grupo estar mais preparado para realizar este tipo de atividade em sala de aula com os alunos.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A ARTE NA FORMAÇÃO DO SER

A ARTE, A FICÇÃO, AMPLIA A NOSSA HUMANINADE!!!!!!!!!

(José Paulo Paes)

domingo, 30 de agosto de 2009

FILME - NARRADORES DE JAVÉ

Muito Interessante: comentários sobre o filme Narradores de Javé, tratam da importância da escrita para a manutenção da memória dos povos. Veja nos links a seguir:
REVISTA ÉPOCA
COM CIENCIA

Professora formadora: Olires M. do Espirito Santo
Polo: Escola de Educação Básica Silveira de Sousa
Florianópolis - SC

OFICINA: ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO

OFICINA LIVRE: ORIENTAÇÃO DO PROJETO
FORMADORA OLIRES COM AS CURSISTAS: GABRIELA, RAQUEL E IRANI.
GERED DE FLORIANÓPOLIS - SC




















PROFESSORA ARGIRÓ - ORIENTANDO A ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DAS
CURSISTAS: IRANI, RAQUEL E GABRIELA.
GERED - FLORIANÓPOLIS - SC







O encontro, do dia 25 de agosto de 2009, foi realizado nas dependências da GERED – Gerência Regional de Ensino de Florianópolis-SC. Neste dia, o programa previa a orientação individual para elaboração do projeto de ensino a ser desenvolvido e implementado em sala de aula por cada professor cursista. Para tanto, convidamos a professora Argiró N. Koufalias Colombi, Analista Técnica, responsável pela elaboração de projetos, da gerência de ensino da capital catarinense, para direcionar e orientar as professoras cursistas na elaboração do projeto.
Foi muito enriquecedora a participação da professora Argiró, ela interferiu na temática, nos objetivos, nas ações e na proposta do projeto de cada cursista.
A troca de idéias, para definir cada objetivo e ação do projeto, gerou aprendizado a todas, foi muito motivador esse momento. Cada cursista pôde esclarecer suas dúvidas, participar e sugerir no planejamento de ensino das colegas.
Durante a reunião com a professora Argiró, recebemos a visita da professora Selma, coordenadora dos formadores do GESTAR II, da grande Florianópolis - SC, que gentilmente nos ofereceu seus préstimos. Aproveitamos para registrar nossos agradecimentos a elas, que deixaram seus compromissos para nos atender. Nosso muito obrigada as professoras Argiró e Selma pela atenção e empenho a nós dispensados!






DÉCIMO PRIMEIRO ENCONTRO

A PRODUÇÃO TEXTUAL – CRENÇAS, TEORIAS E FAZERES

No dia 18 agosto de 2009, na Escola de Educação Básica Silveira de Sousa, iniciou-se mais um encontro do Gestar II com uma reflexão sobre educação, mensagem apresentada em PowerPoint. A seguir, foi feita uma breve retomada do conteúdo tratado nas Unidades 15 e 16, do TP4, quando abriu-se uma discussão sobre as possibilidades de aplicação e execução da teoria em sala de aula com os alunos.


No momento seguinte, os cursistas relataram como aplicaram uma das atividades do Avançando na Prática, contaram desde o planejamento até a avaliação da atividade junto aos alunos.
Em continuidade, foi proposto aos cursistas, em dupla, desenvolverem uma atividade a partir da imagem de anúncio de jornal de uma fundação que trabalha com crianças em regiões desprivilegiadas nas grandes cidades americanas, conforme proposto na oficina 8, TP4. Os cursistas foram estimulados a interpretar a imagem e depois escrever um texto persuasivo para um anúncio que acompanhará a imagem. Foram convidados a adaptar essa mesma atividade para os alunos.
Antes de encerrar o encontro, foi apresentado as próximas unidades de estudo, TP 5, enfatizando uma visão geral sobre estilística e coerência textual.

PROFESSORAS APRESENTANDO TEXTO PUBLICITÁRIO - OFICINA 8:
PROFESSORA FORMADORA: OLIRES M. DO E. SANTO
POLO: ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SILVEIRA DE SOUSA
FLORIANÓPOLIS - SC


















DÉCIMO ENCONTRO

MERGULHO NO TEXTO
No dia 04 de agosto de 2009, tivemos mais um encontro do GESTAR II, no polo Silveira de Sousa. Antes de dar início as atividades deste dia, a formadora esclareceu algumas dúvidas das cursistas em relação à elaboração do projeto, do programa do curso e da elaboração do portfólio dos professores.
No segundo momento, houve comentários detalhados do desenvolvimento do Avançando na Prática, os professores relataram as dificuldades e facilidades que tiveram durante a aplicação das atividades. Aproveitaram o momento para desabafos e para trocarem sugestões de idéias de resolução de problemas com os alunos em sala de aula.
Na sequência, foi dado início ao estudo teórico das unidades 15 e 16, do TP 4. A formadora solicitou que cada cursista elaborasse um resumo do assunto abordado nas unidades 15 e 16. Após, como um reforço do conteúdo, foi apresentado uma sequência de slides que tratam sobre a interação comunicativa e a escrita como necessidade concreta de interação e resultado de ações sóciocomunicativas – CD GESTAR, Ensino da escrita: Uma conversa sobre a produção escrita na escola – Cátia Martins.