Aprendendo com Humor

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

VIGÉSSIMO TERCEIRO ENCONTRO - OFICINA 4 - TP2

No encontro do dia 17 de novembro de 2009 realizou-se a última oficina do programa Gestar II, oficina 4 - unidade 8, TP2. Antes, porém, foi oferecido um momento para as cursistas relatarem sua experiência com a atividade do Avançando na Prática.

Após os relatos do Avançando na Prática, as cursistas apresentaram o resumo do estudo das Unidades 7 e 8 à formadora.
Em seguida, abriu-se um debate em torno da questão: o que é ou não é arte. Também, como fazer para estimular os alunos a lerem poemas clássicos com um olhar crítico de (re)interpretação de mundo. Na sequência, um dos grupos apresentou as principais características da arte: a fantasia, a interpretação da realidade, a conotação e a paixão pela forma. Enfatizou a importância que a autora deu para trabalhar com os alunos a arte: formas e função;linguagem figurada.Concluiu a apresentação, mostrando que a arte é um convite do autor para o leitor desvendar o mundo.

A seguir, apresenta-se as orientações e critérios, elaborados pela professora Lisiane, repassados aos alunos, para avaliação da leitura interpretativa de poemas clássicos, de autores brasileiros, utilizando imagens de power-point.

Power-Point: 5,0

1-As imagens utilizadas “traduzem” o conteúdo do poema? Há relação do verbal com o visual? (1,5)
2-Há autoria das imagens? O site pesquisado é citado ao final da apresentação? (0,25)
3-As imagens são de autoria do grupo ou pertencem ao banco de dados da net? (0,5) 4-A reprodução do poema é feito na íntegra? Há referência ao autor? (0,5)
5-A fonte (tamanho da letra) está adequada para o ambiente em que será apresentado o poema? Quem está no fundo da sala consegue ler? (0,25)
6-Há biografia e contexto histórico ou movimento literário a que pertence o poema?(1,0)
7-Ao final do trabalho há a identificação da equipe de trabalho, discriminando as tarefas que cada um desenvolveu? Cita o nome do colégio, ano e série? (1,0)
Equipe: Poeta:....................................................... Poema:........................................................
Critérios para avaliação do trabalho da apresentação oral dos poemas ilustrados no PP no dia:.....................................
Parte oral: 5,0
1-O declamador usou gestos, entonação e soube marcar bem os versos, dando sentido ao poema? (1,0)
2-O cenário foi preparado, mesmo que com improvisação? (1,0)
3-Houve uma conversa posterior com o grupo para que pudessem compreender o poema? Um ti-ti-ti que seja? (2,0)
4-A postura de quem utilizou a palavra para dirigir-se à platéia estava adequada? Tom e volume da voz? Seleção vocabular ou registro adequado? (0,5)
5-No início ou no final o grupo foi apresentado aos demais (pelo coordenador)? (0,5)

A seguir, um dos trabalhos dos alunos de oitava série, da professora Lisiane:




Na sequência, a formadora orientou a elaboração da oficina 4: TP2 - Unidade 8. Dividiu o grupo e solicitou que cada grupo interpretasse a charge (desenho humorístico) de Quino e discutisse suas posições. Fizeram a interpretação e apresentaram aos colegas. Na sequência, cada grupo produziu um dos textos solicitados na oficina, bilhete e cartão, e, após, leu sua produção e refletiu na adequação da linguagem empregada em seu texto.

OLIRES MARCONDES DO E. SANTO
FLORIANÓPOLIS - SC.

VIGÉSSIMO SEGUNDO ENCONTRO

A reunião do dia 03 de novembro de 2009, iniciou, após a formadora ter apresentado uma mensagem de boas vindas, com a leitura do texto teórico: Ampliando nossas referências, do TP2, pg.37. Após, discutiu-se sobre algumas questões ligadas ao ensino da gramática. O grupo conclui que o ensino da língua deve estar direcionado para desenvolver a competência linguística do aluno e que quanto mais ele for exposto a diferentes textos, mais ele estará ampliando sua gramática interna.

Na sequência, a formadora orientou a execução da oficina 3, TP2, unidade 6.

A seguir, proposta de atividade de interpretação, produção, e análise linguística, com o texto QUATRO, da página 151, TP1, planejada para oitava séire, desenvolvida pelas cursistas:

EXPLORAÇÃO ORAL DO POEMA QUATRO

1. Ao ler o texto, qual foi a sua primeira impressão?

2. A que gênero textual você classifica esse texto? Assinale a alternativa que você julga correta e depois explique o motivo de sua escolha.

a) carta
b) notícia
c) depoimento
d) poema
e) cartaz

3. Qual é o autor do poema e em que ano ele foi escrito?

4. Qual a diferença desse poema em relação aos poemas que você conhece? Nele há rima?

5. Qual a diferença da escrita entre palavras da primeira e da segunda coluna?

6. Por que você acha que o poeta usou esse recurso lingüístico para transmitir a sua mensagem?

7. Que mensagem nos é passada no texto Quatro?

ANÁLISE LINGUÍSTICA


1. As palavras do poema lidas isoladamente formam uma frase? Justifique sua resposta.
O poema e constituído de 13 palavras. Desta palavras quais não nomeiam seres ou seu sentimentos, isto é, são substantivos

2. Transforme a frase "os quatro elementos" em uma oração.

PRODUÇÃO TEXTUAL:

Escreva uma história em que apareçam pelo menos quatro palavras do poema. Se quiser use todas as palavras em sua história. Você pode ser narrador-personagem ou observador. Não se esqueça de enriquecer seu texto com falas das personagens.

CURSISTAS: Gabriela e Raquel

VIGÉSSIMO PRIMEIRO ENCONTRO - OFICINA 2 - TP1

O encontro do dia 27 de outubro de 2009 foi muito produtivo. Nos primeiros momentos a formadora apresentou uma mensagem de incentivo e motivação (power-point) que gerou oportunidade para alguns desabafos. Na sequência, as demais cursistas relataram a experiência com a atividade do Avançando na Prática e comentaram os acertos e erros. Depois, as cursistas solicitaram à formadora que disponibilizasse um momento para revisar os projetos. A formadora disponibilizou-se para ler cada projeto e fazer algumas interferências, individualmente. Durante o processo, as demais cursistas ficaram estudando as unidades 3 e 4, do TP1: O Texto como centro das experiências no ensino da língua e A intertextualidade.

Após, foi realizado o intervalo para o lanche e no retorno a formadora orientou a execução da oficina 2 - TP1 - unidade 4.

PROPOSTA DE ATIVIDADE DE LEITURA COM O TEXTO LÍNGUA


Objetivo: identificar os traços da intertextualidade:


1-Solicitar aos alunos que, em dupla, leiam apenas um fragmento do texto. Na sequência, eles serão desafiados a escreverem qual foi a explicação dada pelo personagem “servo” ao personagem "senhor" em relação a sua atitude.

2-Solicitar que socializem o que escreveram sobre a explicação que imgaginaram que foi dada pelo servo;

3-O professor entrega a versão original para que todos possam conhecê-la e solicita que alguém leia em voz alta.

4-O professor pede que cada estudante explicite a moral contida na fábula.

5-O professor entrega o texto bíblico de Tiago 3, versos 1 a 18, e propõe a leitura.

6-Após, solicita que tracem um parelelo do que é igual, do que é diferente em ambos os textos.

7-Avaliar a atividade oralmente para que os estudantes possam falar sobre suas impressões em relação a intertextualidade.

8- Apresentar outros textos com exemplos de intertextualidade.

ATIVIDADE ELABORADA PELAS CURSISTAS: LISIANE, ELIANE

FORMADORA: OLIRES M. DO E. SANTO
FLORIANÓPOLIS - SC

VIGÉSSIMO ENCONTRO - OFICINA 1 - TP1

No encontro do dia 27 de outubro de 2009 foi revisado o estudo do TP1, Unidade 1 - Variantes linguísticas: dialetos e registros e Unidade 2, Variantes linguísticas:desfazendo equívocos. A revisão do estudo das unidades ficou na responsabilidade das professoras cursistas que haviam sido informadas, pela formadora, sobre o assunto, unidade e seção, que deveríam apresentar as demais colegas. Foi muito produtivo este dia, pois todas havíam preparado o material, (Power point, resumo xerocado) que ficou muito rico e cheio de sugestões de atividades para a prática em sala de aula.

Após, a formadora apresentou um breve resumo do texto Ampliando nosas referências, Travaglia, L. C., página 44, TP1, e direcionou a conversa para os relatos do Avançando na prática, quando cada cursista pode refletir sobre os graus de formalismo da língua e relacioná-la com sua prática.

Na sequência, as cursistas realizaram a atividade proposta na Oficina 1, TP1, Unidade 2. A seguir, estudo da crônica realizado pelas cursistas:

OFICINA 1 - TP1 - EXPLORAÇÃO DA CRÕNICA: A OUTRA SENHORA - CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

A- Quanto à expectativa da linguagem, foi quebrada por haver mistura de dialetos (coloquial)-gírias, na fala da menina e (informal) técnica, na descrição da escolha dos presentes.
Tratando-se de uma crônica, há a crítica ao comodismo, à aceitação de uma vida sem perspectivas da mãe e de todas as mulheres que se abstêm de seus sonhos para dedicar-se exclusivamente aos afazeres domésticos, negando-se e tornando-se escravas da vida doméstica.

B- Quanto ao registro, ela relaciona os presentes de conformidade com os seus desejos de adolescente, que visa o prazer. Ela, nesse momento não está pensando na mãe. É uma visão egoísta. Ao passar pela cozinha, quer saciar a fome, porém quem a serve? A mãe. O seu visual, também é proporcionado pela mãe. As roupas limpas, branquinhas ao extremo, coisa que a máquina não faz. Uma peça de tricô, que poderá ser feita durante o momento de “descanso” da mãe. A máquina mãe funciona muito bem, não se desgasta e nem se cansa. É melhor que as outras máquinas. E por não valorizar-se, qualquer coisa serve como presente.

C- a) A carta mostra traços da fala da professora (escrever uma carta para a mãe, comemorando a data tão sublime – O dia das mães), a linguagem técnica dos anunciantes (os produtos pesquisados).
b) A intenção foi criar uma polêmica sobre a escrita exigida pela escola. Escrever sobre o tema “tal”, “tantas” linhas, não esquecendo a demonstração de afeto no final da carta.

D- O efeito criado no leitor a princípio é a vontade que uma criança tem de presentear a mãe. Porém, implicitamente, percebem-se críticas ao consumismo, à mulher conformada com a vida romântica do lar e a valorização da mulher moderna. Pois, os níveis de linguagem são opostos.
Uma linguagem de anúncio induzindo o leitor às compras e uma linguagem coloquial, revelando o que a filha pensa de sua mãe.

E- Ela não tem domínio das regras de pontuação, pois os períodos são longos. E Quanto ao material para a escolha do presente, foi literalmente copiado para completar o número de linhas exigido pela professora.

F- Ela não domina o vocabulário técnico. Percebe-se no texto que durante as escolhas dos presentes, lia as informações em revistas. Alguns termos utilizados por ela, eu desconheço, por exemplo: puxador de alumínio anodizado, TV legal e cinescópio multirreacionário, chapeado de aço tecnicamente subdesenvolvido? Superdesenvolvido?

G - E vocês dominam esse vocabulário? Nas propagandas, que intenção tem essa linguagem?

Resposta - Nós procuramos entender o vocabulário técnico, mas não dominamos. Sempre que precisamos, buscamos a ajuda dos jovens ou de adultos que possuem um maior domínio desse vocabulário.
Nas propagandas veiculadas, principalmente pela televisão, há um jogo de imagens e sons que fazem com que os telespectadores fiquem mais atentos. Assim também nos outdoors que, muitas vezes as como recurso a intertextualidade

H _ Na sua opinião, que intenção teria o autor ao fazer essa crônica?

Resposta – A intenção do cronista é mostrar ao leitor que vivemos em uma sociedade consumista, na qual a propaganda dos bens de consumo atua fortemente no sujeito, estimulando o desejo de comprar.
Também revela uma questão de gênero: o papel servil e voltado às atividades domésticas, muitas vezes pouco prazerosas, da mulher.

I - Independentemente de sua opinião, parecem claras duas críticas do autor. Quais são elas?

Resposta – Critica o comportamento humano voltado para valoração de bens materiais em detrimento dos valores humanos. Também revela o papel da mulher que não percebe seu total envolvimento nas atividades do lar (mãe), diferente da filha que, mesmo tendo regalias, percebe as insatisfações de sua mãe, assim como ironiza as situações vivida por sua genitora.

J Além do Humor e das críticas, bem ao jeito de Drummond, há uma valorização bastante interessante aí? Qual é

Resposta – As críticas que aparecem são dirigidas às mulheres que se acomodam somente como donas de casa e não busco atividades que lhes proporcionem bem estar e deleite, como, por exemplo, cursos, exercícios, leituras, boas músicas etc., e, consequentemente, queixam-se da vida.

L – A final, vocês observaram no texto uma mistura de gêneros (a crônica que é uma carta) de dialetos e de registros. A que conclusões vocês chegam com relação:

a) cada realização momentânea da língua?

Resposta – O contrate entre os dialetos é proposital para revelar o que foi registrado de forma espontânea pela filha q e o que foi copiado, provavelmente, de encartes e textos de propaganda, assim como o que foi orientado pela professora.

b) construção do texto literário?

Resposta: O texto literário, gênero crônica, apresenta as características típicas dessa modalidade de texto, como, por exemplo, o tema referente a um assunto do dia-a-dia com uma linguagem irônica e permeada de humor.

M – Qual sua opinião sobre essa crônica?

Resposta – Essa crônica é inteligente e bem construída, possui humor e critica situações reais vividas no cotidiano. Certamente muita gente se vê refletida nas personagens, ou da mãe ou da filha.

ATIVIDADE ELABORADA PELAS CURSISTAS:
Gabriela, Raquel, Irani e Karla

A formadora encerrou a reunião e apresentou o estudo das Unidades seguintes, do TP1, para o próximo encontro.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

DÉCIMO NONO ENCONTRO

O encontro do dia 20 de outubro de 2009, iniciou com a leitura de um texto de Shakespeare, mensagem apresentada pela formadora. Na sequência, realizou-se os relatos das cursistas sobre a experiência com a aplicação das atividades do Avançando na Prática, com os alunos. Após, foi recapitulado o estudo das unidades 1 e 2, do TP1. Nesse momento, a professora cursista, Lisiane, apresentou um breve resumo sobre as Variantes linguísticas: desfazendo equívocos, conforme segue:

Modalidades da língua

A oralidade e a escrita são duas modalidades (ou realizações) da língua. Ambas devem ser trabalhadas na escola por serem igualmente importantes e apresentarem possibilidades de uso, tanto no registro formal quanto no registro informal.

Modalidade oral = língua natural
Modalidade escrita = língua artificial
Línguas ágrafas = línguas sem escrita

Principais traços da linguagem oral:

 Presença de interlocutores;
 Locutor/interlocutor = reação do interlocutor
 Não é campo exclusivo do registro informal;
 Dificuldade no registro, duram apenas o tempo da enunciação

Principais características da linguagem escrita: (escritor/leitor)

 Há tempo para ler, reler, reescrever seu texto

Equívocos com relação à oralidade por parte da escola:

 Descuido com as atividades orais em sobreposição à escrita;
 Abandono das atividades com a escuta;

O que fazer para desenvolver a oralidade/escuta:

 Proporcionar aos alunos oportunidades de falarem utilizando-se de contextos variados.;
 A boa escuta envolve a capacidade de compreender, avaliar e responder adequadamente ao que ouvimos;

Resumindo:
“Nas atividades de linguagem, é fundamental oferecer aos alunos exemplos diversos de bons textos, orais e escritos, produzidos com objetivos e em situações diferentes, literários e não literários, em registros e modalidades distintos, de modo a não estabelecer relações indevidas entre escrita, norma culta e registro formal e literatura,ou fala e informalidade. Para isso, os próprios textos produzidos pelos alunos podem ser ótimo material de discussão.” TP1, p. 87.

Cursista: Lisiane Vandresen

ESTRATÉGIAS DE LEITURA


Depoimento e algumas dicas de atividades de leitura desenvolvidas, costumeiramente, pela cursista Eliane Brunning:

RODA DE LEITURA: atividade estratégica de leitura realizada em sala de aula envolvendo toda a turma cuja leitura pode ser sobre um mesmo assunto, um livro, um jornal, uma revista, um romance..., ou pode ser diversificada. Pode ser indicação do professor ou de livre escolha dos alunos. Pode ser uma atividade de rotina ou surpresa. Esta atividade constitui-se de excelente estratégia pedagógica para dinamizar e desenvolver a habilidade de leitura dos alunos, e pode ser realizada tanto em grupo quanto individualmente.

Tenho feito esta atividade uma vez por semana com os alunos de 5ª a 8ª séries.
Levo os alunos para a sala de leitura e disponibilizo vários livros, deixo-os à vontade para escolherem os livros que querem ler.

Alguns escolhem o lugar que desejam ficar lendo, muitos preferem sentar-se no chão com tapete e almofadas e alguns escolhem ficar numa mesa pequena, pois se sentem mais à vontade.

Vou observando cada aluno e participo, na maioria das vezes, da leitura de um livro juntamente com eles. Percebo que eles gostam quando participo da atividade de ler também.

SACOLA LITERÁRIA: atividade que pode ser desenvolvida uma ou duas vezes por semana na própria sala de aula. O professor leva para a sala de aula uma sacola com livros previamente selecionados e, no momento planejado colocará à disposição dos alunos para iniciar a leitura, que poderá ser em grupo ou individual, tudo bem à vontade e descontraído.

Esta atividade pode ser aplicada com os livros indicado no TP6:As Eternas Coincidências; Odisséia; Olhar de descoberta; Pipocas e Nossas palavras.


SOLETRANDO
Esta atividade consiste em cada aluno escolher uma palavra diferente, encontrada no livro, e depois socializar com os colegas, soletrando-a. Percebo que isso ajuda o aluno a sanar vícios como a supressão de letras durante a leitura. Pode ser realizada uma vez por semana em sala de aula.

LEITURA VISUAL OU DE IMAGEM: serve para incentivar os alunos a fazerem leitura e interpretação a partir de figuras ou gravuras diversas e sobre fatos e acontecimentos variados do cotidiano. Deve ser feita com freqüência na sala de aula.

PROFESSORA CURSISTA: ELIANE BRUNNING
FORMADORA: OLIRES M. DO E. SANTO
FLORIANÓPOLIS - SC



ESTRATÉGIA DE LEITURA
LIVRO: TUDO POR UM IDOLO


Conversar com os alunos da 6ª ou 7ª séries sobre os cantores ou bandas
preferidas por eleS.

Solicitar que levem alguns DVDs, de sua preferência, para assistirem na escola junto com a(o) professora(o) e a turma.

Fazer uma reflexão sobre a diversidade de gêneros e ritmos musicais que existem.

Assistir ao documentário dos Beatles com os alunos, comentar sobre o sucesso que fizeram e que se tornaram uma das bandas de Rock mais famosas do mundo.

Solicitar a(o) professora(o) de inglês para trabalhar a tradução, com os alunos, de uma das letras dos Beatles, analisar o vocabulário e o conteúdo temático da letra.

Ler um capítulo do Livro “TUDO POR UM ÍDOLO” para os alunos, após disponibilizar o livro para os alunos realizarem a leitura.

No final da leitura, os alunos serão orientados a escolherem, em grupo, uma das temáticas abordadas na obra ( anorexia, reservas indígenas, obesidade, seqüestro, etc.) para fazerem uma pesquisa mais aprofundada sobre o assunto, que será apresentado à turma, em data e horário pré estabelecido pela(o) professora(o).

PROFESSORA CURSISTA: GABRIELA DUTRA
FORMADORA: OLIRES MARCONDES DO ESPIRITO SANTO
FLORIANÓPOLIS - SC

DÉCIMO OITAVO ENCONTRO TP6 - Unidade 24

No encontro do dia vinte de outubro de 2009 foi disponibilizado um tempo para orientação individual do projeto. Antes, a formadora orientou a montagem do portifólio do professor cursista. A seguir, foram realizados os relatos das cursistas da experiência com as atividades propostas no Avançando na Prática.
Na sequência, Foi retomado o estudo da Unidade 24, TP6,Literatura para adolescentes, que não foi concluído no encontro anterior. O estudo deste TP contemplou três reuniões, foi o que demandou mais dias e maior tempo do grupo. Vale lembrar, que a importância dos conteúdos nele abordado - Argumentação e linguagem, Produção textual: planejamento e escrita, O processo de produção textual: revisão e edição e Literatura para adolescentes - implicam em um espaço maior para estudo, reflexão e discussão. Enfim, na última unidade, Literatura para adolescentes, foi feita uma abordagem sobre a função da literatura e sua importância no cotidiano escolar. O grupo concluiu que o espaço resevado à leitura na sala de aula no planejamento semanal é de fundamental importância. Ficou claro para cada cursista que não se pode realizar leituras com ações soltas e sem validade para o aluno.