Aprendendo com Humor

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

DÉCIMO NONO ENCONTRO

O encontro do dia 20 de outubro de 2009, iniciou com a leitura de um texto de Shakespeare, mensagem apresentada pela formadora. Na sequência, realizou-se os relatos das cursistas sobre a experiência com a aplicação das atividades do Avançando na Prática, com os alunos. Após, foi recapitulado o estudo das unidades 1 e 2, do TP1. Nesse momento, a professora cursista, Lisiane, apresentou um breve resumo sobre as Variantes linguísticas: desfazendo equívocos, conforme segue:

Modalidades da língua

A oralidade e a escrita são duas modalidades (ou realizações) da língua. Ambas devem ser trabalhadas na escola por serem igualmente importantes e apresentarem possibilidades de uso, tanto no registro formal quanto no registro informal.

Modalidade oral = língua natural
Modalidade escrita = língua artificial
Línguas ágrafas = línguas sem escrita

Principais traços da linguagem oral:

 Presença de interlocutores;
 Locutor/interlocutor = reação do interlocutor
 Não é campo exclusivo do registro informal;
 Dificuldade no registro, duram apenas o tempo da enunciação

Principais características da linguagem escrita: (escritor/leitor)

 Há tempo para ler, reler, reescrever seu texto

Equívocos com relação à oralidade por parte da escola:

 Descuido com as atividades orais em sobreposição à escrita;
 Abandono das atividades com a escuta;

O que fazer para desenvolver a oralidade/escuta:

 Proporcionar aos alunos oportunidades de falarem utilizando-se de contextos variados.;
 A boa escuta envolve a capacidade de compreender, avaliar e responder adequadamente ao que ouvimos;

Resumindo:
“Nas atividades de linguagem, é fundamental oferecer aos alunos exemplos diversos de bons textos, orais e escritos, produzidos com objetivos e em situações diferentes, literários e não literários, em registros e modalidades distintos, de modo a não estabelecer relações indevidas entre escrita, norma culta e registro formal e literatura,ou fala e informalidade. Para isso, os próprios textos produzidos pelos alunos podem ser ótimo material de discussão.” TP1, p. 87.

Cursista: Lisiane Vandresen

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